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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Poluição e sujeira acabam com a vida do rio.

Diante desta situação, pessoas mobilizam-se com o estado atual do rio. Em 91 foi iniciado um projeto a partir da iniciativa da rádio eldorado para o programa de despoluição do Tietê. Hoje, parte do esgoto da cidade já é tratado, o que oferece uma pequena melhora, porém, insufiiciente para recuperar a vida no Tietê.



Hoje, a parte dos rios que fica no centro das marginais é completamente morta. Não existe um único peixe. Além de poluída, essa água é completamente contaminada por doenças como leptospirose e tifo, o que representa um grande risco a população já que o clima instável provoca alagamentos na cidade colocando a água suja em contato com as pessoas.



Mas não é só isso que água suja pode causar. A poluição das águas é abastecida pelo esgoto doméstico que contêm bactérias que podem causar doenças mais graves como cólera, hepatite infecciosa e desinteria, e os efluentes industriais têm substâncias tóxicas que podem causar doenças crônicas, inclusive o câncer.



As coisas melhoraram de 1992 para a cá. A poluição industrial foi reduzida significativamente - das 1.160 indústrias poluidoras identificadas em 1992, apenas 200 continuam poluindo o rio. E estações de tratamento que foram inauguradas nos últimos dez anos ampliaram de 4 m3 para 11 m3 por segundo o volume de esgoto tratado na região metropolitana.
By Evelise Jagmin

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Rios da capital

A cidade de São Paulo não é constituída apenas de prédios altos e grandes avenidas. Há também dois importantes rios que cortam a cidade no formato de um V, se vista de cima.
Falo dos rios Pinheiros e Tiete. Mas antes que você pense qualquer coisa a respeito deles, acho importante, embora deplorável, deixar claro que eram rios, hoje são grandes esgotos a céu aberto. É visível para qualquer turista a quantidade de sujeira que isso rio possui.
A Marginal Pinheiros e a Marginal Tietê compõe as principais vias terrestes paulistanas e tem esse nome pelo óbvio, elas ficam nas margens dos rios. Estima-se que 70% dos veículos passem por elas todos os dias o que resulta no trânsito carregado que elas possuem todos os dias da semana. E algumas vezes final de semana também.
A urbanização e o crescimento insustentável da cidade fizeram com que hoje seja perceptível o péssimo odor ao nos aproximarmos dos rios.
Abaixo, foto das pontes que ligam os dois rios, mais conhecido como Cebolão.



By Evelise Jagmin

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Atrações Culturais no Ibirapuera



MAM
Smetak: Imprevisto
Início: 10 out 2008Término: 21 dez 2008
Sala: MAM - Grande Sala MAM



Descrição:

O músico suíço Walter Smetak (1913-1984), que se radicou na Bahia e lá produziu uma obra diversificada e inusitada, na qual a música surge como veículo de uma visão de mundo mística, é o tema da exposição retrospectiva “Smetak Imprevisto”, que ocupa a Grande Sala do Museu de Arte Moderna de São Paulo de 9 de outubro (quinta-feira) a 21 de dezembro de 2008. A curadoria é de Jasmin Pinho e Arto Lindsay. O patrocínio da mostra é da BB Seguros.


A exposição traz 90 instrumentos criados pelo artista, bem como a execução de algumas de suas peças musicais. Reconstituindo a vida e a obra de Smetak em diferentes aspectos (arte espiritual, o homem, histórias curiosas etc.) há depoimentos em vídeo de nomes como Gilberto Gil, Júlio Medalha e Rogério Duarte. A mostra esteve em cartaz de 21 de agosto a 30 de setembro do ano passado no Museu de Arte Moderna da Bahia.


informações retiradas:





BIENAL
início: 26 de outubro até 6 de dezembro
entrada: franca

A exposição
Os artistas e obras selecionadas para a exposição no terceiro andar pesquisam os limites entre realidade e ficção, entre construção de documentos e verdades instituídas, entre memória pessoal e história coletiva. Partindo de diferentes perspectivas, os projetos oferecem novas interpretações sobre alguns aspectos da história da Bienal. O espaço expositivo apresenta um ambiente introspectivo – mais próximo ao tempo da biblioteca ou do arquivo do que ao tempo das grandes exposições e da indústria cultura.



Mais informações:








PLANETÁRIO

programação: outubro de 2008



sessões: SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS
15h: “O CÉU DE TODO MUNDO”

17h: “POR DENTRO DO SOL”

19h: “PLANETAS DO UNIVERSO”

entrada: R$5,00


crianças menores de 12 anos, idosos acima de 65 anos e estudande pagam meia entrada


Mais informações:

http://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/meio_ambiente/2008/10/0001





Jéssica Diniz

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

MAM - muita história, arte e cultura


Idealizado pelo industrial Francisco Matarazzo Sobrinho em 1948 e incentivado por diversos intelectuais e artistas da época, o Museu de Arte Moderna de São Paulo foi um dos primeiros assentos institucionais de produção modernista do Brasil, criado para incentivar o gosto artístico do público por todos os campos das produções artísticas (artes plásticas, música, literatura e arte em geral). O museu busca com suas exposições valorizar e reconhecer os trabalhos de diversos artistas, tanto nacionais quanto internacionais.
Na época de sua fundação, o Museu situava-se na rua 7 de abril no centro da capital paulistana. Mas no ano de 1958, o MAM passa a ter nova sede, localizada no Parque do Ibirapuera. O prédio, desenhado por Lina Bo Bardi, grande arquiteta modernista que, além do Museu de Arte Moderna (MAM), projetou outro prédio muito conhecido pelos paulistanos, o Museu de Arte de São Paulo (MASP). A construção possui grandes janelas de vidro que acompanham toda a sua extensão oval, dando amplitude e luminosidade ao Museu.
O Museu de Arte Moderna não só possui espaço dedicado às exposições, mas possui também em sua sede ateliê para cursos, auditório, uma pequena loja e também um charmoso restaurante com vista para o Jardim de Esculturas, uma exposição permanente concebida para espaços públicos. O Jardim ocupa cerca de 6 mil metros quadrados e possui cerca de 30 obras da arte tridimensional brasileira, grande parte delas pertencentes ao museu, combinadas com o belo paisagismo de Roberto Burle Marx.
O Museu de Arte Moderna de São Paulo é um patrimônio cultural da cidade e, deve ser valorizado pela sua importante contribuição para a disseminação da arte moderna e contemporânea brasileira e internacional, promovendo o reconhecimento de novos trabalhos e artistas de todos os campos artísticos.
proximo post - atuais exposições no parque do Ibirapuera!!
Jéssica Diniz

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Estrelas no Planetário



O Planetário Aristóteles Osini é uma das atrações mais legais do Parque (na minha opinião..rs). Este foi o primeiro planetário da América Latina, inaugurado em 1957 e com prédio de autoria dos arquitetos Eduardo Corona, Roberto G. Tibau e Antônio Carlos Pitombo, que foi inspirado na arquitetura dos anos 50.
Durante sete anos o Planetário se manteve de portas fechadas, devido à problemas em sua infra-estrutura, causados por infiltrações e infestação de cupins. Em 2006, após uma completas restauração do prédio, o Planetário voltou a fazer suas projeções, agora com uma novidade, recebeu um projetor Star Máster, um dos melhores.
O Planetário recebe anualmente cerca de 350 mil pessoas e suas projeções já foram assistidas por mais de 4 milhões de pessoas, de sua maioria estudantes. Portanto, vale a pena ir ao Parque e visitar o planetário.

Número de lugares: 280 lugares, sendo 7 para cadeirantes.
Tem elevador para o mezanino e rampa de acesso.
Tempo aproximado de sessão: 50 minutos
Informações: 5575-5425
Jéssica Diniz

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O Parque da Cidade!



O Parque do Ibirapuera, inaugurado em 21 de agosto de 1954 e projeto por Oscar Niemayer, é um dos lugares preferidos dos paulistanos para se divertir aos finais de semana. Alguns vão para se exercitar, outros para passear com a família ou curtir as atrações do parque, como o Museu de Arte Moderna (MAM), a Bienal de Arquitetura, a Oca, o Planetário, Museu da Arte Contemporânea e muito mais.





Além das atrações culturais do parque, há aluguel de bicicletas, patinetes e patins e para os skatistas há uma grande Marquise própria para a prática do esporte. Para aqueles que querem descansar e conversar com os amigos, o Lago e a Prainha são as melhores opções.


Nessa semana vou mostrar , coisas legais para se fazer no parque, que atrações visitar e suas mostras, além das histórias dos projetos arquitetônicos do parque!







Passeio de bicicleta pelo parque!!!!... YouTube tem de tudo!!!

http://br.youtube.com/watch?v=1gLYY8W28gs&feature=related


Jéssica Diniz

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Paulista cultural

Acho que esse blog não poderia estar completo sem falarmos de uma rua que representa São Paulo, uma rua em que encontramos muitas pessoas muito diferentes. É a ela que dedico os posts dessa semana: Avenida Paulista.
Situada no ponto mais alto da cidade, esse lugar abriga diversas sedes de empresas, bancos, antenas de rádio e até mesmo exposições culturais. E é sobre esta última que eu gostaria de ressaltar aqui.
O MASP talvez seja o museu de arte mais importante da cidade e muitas vezes nós, moradores da cidade de São Paulo, não fizemos nunca uma visita a ele. E veja bem, quando nós viajamos para algum lugar diferente, os museus não são os primeiros pontos turísticos que pensamos em ver? Pois então, por isso é que eu gostaria de escrever um pouquinho deste museu aqui.
Fazem poucos dias que o MASP emprestou ao museu do Louvre em Parrris a obra São Jerônimo Penitente no Deserto o que faz notável a importância mundial nesse museu.
E não pára por aí, 73 esculturas de bronze do artista francês Edgar Degas que pertencem ao acervo do MASP foram expostas em duas instituições nos Estados Unidos - Boca Raton Museum of Art, em Boca Raton e no Frederick Meijer Gardens & Sculptures Park, em Grand Rapids e agora foi para o novo espaço de arte da Fundación Mapfre, de Madri, onde ficarão até 15 de março de 2009. Este tesouro do MASP é referência nas artes do mundo todo, e é eficaz para valorizar o Brasil no exterior e também para atrair grandes mostras internacionais.

By Evelise Jagmin

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Made in Japan em São Paulo



Liberdade, essa será a nossa parada da semana!

É impossível andar pelas ruas da Liberdade sem que você se sinta completamente movido para um outro lugar, o famoso bairro oriental da cidade é um belo convite para quem procura conhecer e fazer passeios deferentes por São Paulo.
Ao caminhar por suas ruas não é difícil se encantar com os SUZURANTOS (as famosas luminárias vermelhas), os letreiros bilíngües e verticais das lojas, o aroma vindo dos muitos restaurantes japoneses, a feirinha de artesanato, o Jardim Oriental e o famoso TORII, o portal da Rua Galvão Bueno que recepciona os visitantes. Todos esses marcos demonstram a grande influência da cultura oriental, de maioria japonesa, sobre o bairro da cidade.

Tudo faz lembrar a origem dos que ali moram!



Andando pelas ruas estreitas do bairro, vendo as senhorinhas japonesas fazendo suas compras, os senhores lendo jornais japoneses ou as pessoas conversando em japonês, sinto que São Paulo é a realmente uma cidade-mundo, onde fica clara a intensa fusão de culturas e costumes.

Uma atmosfera completamente diferente, assim é o bairro da Liberdade, nos transporta para outro lugar e mostra sua identidade, nas ruas, em suas construções e nos rostos das pessoas que vivem ali.


Durante o restante da semana vamos falar muito mais sobre
a Liberdade, suas histórias, culturas e pessoas... Okay?!


Jéssica Diniz


* fotos do site made in japan.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Eu queria fazer uma matéria...

Oi, eu sou estudante de jornalismo e estou fazendo uma matéria sobre a Augusta... "Ah, o senhor fala com o gerente, por favor..brigado, viu..." Olá, tudo bem? Eu estou fazendo uma matéria sobre a rua e queria saber há quanto você trabalha aqui; quais foram as mudanças na região; o que você acha da rua... “Óia, o patrão proibiu a gente de falar com repórti, cê me desculpa”.

Do número 215 da Augusta, próximo ao cruzamento da Caio Prado, até onde minhas pernas e perseverança agüentaram, essa foi a reposta que obtive quando tentava angariar sonoras para um modesto podcast idealizado por mim e pelas meninas (Jéssica e Evelise). Quando alguma alma caridosa aceita dar um testemunho, ao sacar o gravador do bolso, as caras se fechavam e o Exú Carranca, aquele que atormenta a vida dos pobres jornalistas, voltava a rodar a baiana no terreiro.

Antes de começarmos com este blog, debatemos como iríamos apurar as matérias aqui postadas. Fiz um discurso todo florido de um jornalismo pró-ativo e ofensivo, que vai às ruas e bate de frente, sem preguiça, com as pernas doloridas, mas de lide rico e vistoso. As meninas me olharam com uma cara de “o que é isso, Dú?”. Logo depois argumentaram que era só um blog, para eu levar menos à sério e relaxar (no sentido de curtir) na escrita e na apuração. Em generosas palavras, elas tentaram me dizer o seguinte: salve suas energias!

Na hora fiquei um pouco chateado e sentindo-me sozinho nesta “batalha épica” que eu mesmo criei sobre o jornalismo...Hoje, percebi o quanto os pares dos pezinhos das meninas estavam cravadinhos no chão, bem tranqüilos e descansados. Diante dessas e de outras, quase chego a acreditar que, às vezes, as mulheres tem toda razão. (Obrigado, meninas!)

Todavia não desisto. Apesar de essa semana já não ser mais minha (a Jéssica publicará suas reportagens), prometo que arrancarei um bom depoimento sobre a Rua Augusta, nem que seja daquelas simpáticas meninas que “florescem” em suas calçadas quando a noite começa a chegar. Afinal, elas não têm patrão que as impeça de falar o que pensam.

Eduardo Neco, percebe?

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Augusta, mostra a sua cara!?



Cada morador da cidade de São Paulo tem uma opinião sobre a famosa, famigerada, agitada, controversa, polêmica, chique (já chega, né?) Rua Augusta. Essa pluralidade quase cansativa de opiniões sobre este pedaço da cidade, que começa nos jardins e termina na confusão do centro, é resultado do próprio meio. A diversidade de pessoas dá o tom ao lugar.

Todo o tipo de indivíduo se esbalda na Augusta. Desde o cinéfilo que acalma suas necessidades nas poltronas de seus cinemas, até o sujeito que busca algum acalanto sexual na deselegância nada discreta de suas meninas (entende?) e de alguns meninos, por que não?

O fato é que a Augusta é como uma zona de guerra. Não no sentido bélico da coisa, mas no conflito gerado pela presença de diferentes filosofias de vida no mesmo lugar. Além do que, a rua funciona como um microscópio da cultura adolescente brasileira. Há dez anos, quem batia pernas pelos lados da galeria Ouro Fino, por exemplo, se deparava com os clubers (lembra deles?). Hoje, os “indies”, “vintages” etc, dominam este pedaço pomposo da rua.

Varando a Paulista em direção ao “Dark Side of the Augusta”, você encontra emos, gays, lésbicas, garotas (os) de programas, motoqueiros, casais (de todos os gêneros), executivos à favor do boteco, estudantes e, com uma dose triste de azar, os Skinheads e os Punks.

Essas coisas que aqui relatei já são batidas, manjadas. Por essa razão, tentaremos mostrar na reportagem desta semana um lado da Augusta que não costuma aparecer. Que lado é esse? Nem mesmo nós sabemos e esperamos ao longo da semana descobrir.

Obs:Claro que para se ter uma idéia exata do que ocorre de fato na Rua Augusta é preciso percorre-la bem abaixo dos conhecidos 120km do rei Roberto Carlos...aliás, lanço desafio de alguém conseguir descer a Augusta a mais de 50km.


Por Eduardo Neco, manja?