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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Atrações Culturais no Ibirapuera



MAM
Smetak: Imprevisto
Início: 10 out 2008Término: 21 dez 2008
Sala: MAM - Grande Sala MAM



Descrição:

O músico suíço Walter Smetak (1913-1984), que se radicou na Bahia e lá produziu uma obra diversificada e inusitada, na qual a música surge como veículo de uma visão de mundo mística, é o tema da exposição retrospectiva “Smetak Imprevisto”, que ocupa a Grande Sala do Museu de Arte Moderna de São Paulo de 9 de outubro (quinta-feira) a 21 de dezembro de 2008. A curadoria é de Jasmin Pinho e Arto Lindsay. O patrocínio da mostra é da BB Seguros.


A exposição traz 90 instrumentos criados pelo artista, bem como a execução de algumas de suas peças musicais. Reconstituindo a vida e a obra de Smetak em diferentes aspectos (arte espiritual, o homem, histórias curiosas etc.) há depoimentos em vídeo de nomes como Gilberto Gil, Júlio Medalha e Rogério Duarte. A mostra esteve em cartaz de 21 de agosto a 30 de setembro do ano passado no Museu de Arte Moderna da Bahia.


informações retiradas:





BIENAL
início: 26 de outubro até 6 de dezembro
entrada: franca

A exposição
Os artistas e obras selecionadas para a exposição no terceiro andar pesquisam os limites entre realidade e ficção, entre construção de documentos e verdades instituídas, entre memória pessoal e história coletiva. Partindo de diferentes perspectivas, os projetos oferecem novas interpretações sobre alguns aspectos da história da Bienal. O espaço expositivo apresenta um ambiente introspectivo – mais próximo ao tempo da biblioteca ou do arquivo do que ao tempo das grandes exposições e da indústria cultura.



Mais informações:








PLANETÁRIO

programação: outubro de 2008



sessões: SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS
15h: “O CÉU DE TODO MUNDO”

17h: “POR DENTRO DO SOL”

19h: “PLANETAS DO UNIVERSO”

entrada: R$5,00


crianças menores de 12 anos, idosos acima de 65 anos e estudande pagam meia entrada


Mais informações:

http://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/meio_ambiente/2008/10/0001





Jéssica Diniz

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

MAM - muita história, arte e cultura


Idealizado pelo industrial Francisco Matarazzo Sobrinho em 1948 e incentivado por diversos intelectuais e artistas da época, o Museu de Arte Moderna de São Paulo foi um dos primeiros assentos institucionais de produção modernista do Brasil, criado para incentivar o gosto artístico do público por todos os campos das produções artísticas (artes plásticas, música, literatura e arte em geral). O museu busca com suas exposições valorizar e reconhecer os trabalhos de diversos artistas, tanto nacionais quanto internacionais.
Na época de sua fundação, o Museu situava-se na rua 7 de abril no centro da capital paulistana. Mas no ano de 1958, o MAM passa a ter nova sede, localizada no Parque do Ibirapuera. O prédio, desenhado por Lina Bo Bardi, grande arquiteta modernista que, além do Museu de Arte Moderna (MAM), projetou outro prédio muito conhecido pelos paulistanos, o Museu de Arte de São Paulo (MASP). A construção possui grandes janelas de vidro que acompanham toda a sua extensão oval, dando amplitude e luminosidade ao Museu.
O Museu de Arte Moderna não só possui espaço dedicado às exposições, mas possui também em sua sede ateliê para cursos, auditório, uma pequena loja e também um charmoso restaurante com vista para o Jardim de Esculturas, uma exposição permanente concebida para espaços públicos. O Jardim ocupa cerca de 6 mil metros quadrados e possui cerca de 30 obras da arte tridimensional brasileira, grande parte delas pertencentes ao museu, combinadas com o belo paisagismo de Roberto Burle Marx.
O Museu de Arte Moderna de São Paulo é um patrimônio cultural da cidade e, deve ser valorizado pela sua importante contribuição para a disseminação da arte moderna e contemporânea brasileira e internacional, promovendo o reconhecimento de novos trabalhos e artistas de todos os campos artísticos.
proximo post - atuais exposições no parque do Ibirapuera!!
Jéssica Diniz

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Estrelas no Planetário



O Planetário Aristóteles Osini é uma das atrações mais legais do Parque (na minha opinião..rs). Este foi o primeiro planetário da América Latina, inaugurado em 1957 e com prédio de autoria dos arquitetos Eduardo Corona, Roberto G. Tibau e Antônio Carlos Pitombo, que foi inspirado na arquitetura dos anos 50.
Durante sete anos o Planetário se manteve de portas fechadas, devido à problemas em sua infra-estrutura, causados por infiltrações e infestação de cupins. Em 2006, após uma completas restauração do prédio, o Planetário voltou a fazer suas projeções, agora com uma novidade, recebeu um projetor Star Máster, um dos melhores.
O Planetário recebe anualmente cerca de 350 mil pessoas e suas projeções já foram assistidas por mais de 4 milhões de pessoas, de sua maioria estudantes. Portanto, vale a pena ir ao Parque e visitar o planetário.

Número de lugares: 280 lugares, sendo 7 para cadeirantes.
Tem elevador para o mezanino e rampa de acesso.
Tempo aproximado de sessão: 50 minutos
Informações: 5575-5425
Jéssica Diniz

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O Parque da Cidade!



O Parque do Ibirapuera, inaugurado em 21 de agosto de 1954 e projeto por Oscar Niemayer, é um dos lugares preferidos dos paulistanos para se divertir aos finais de semana. Alguns vão para se exercitar, outros para passear com a família ou curtir as atrações do parque, como o Museu de Arte Moderna (MAM), a Bienal de Arquitetura, a Oca, o Planetário, Museu da Arte Contemporânea e muito mais.





Além das atrações culturais do parque, há aluguel de bicicletas, patinetes e patins e para os skatistas há uma grande Marquise própria para a prática do esporte. Para aqueles que querem descansar e conversar com os amigos, o Lago e a Prainha são as melhores opções.


Nessa semana vou mostrar , coisas legais para se fazer no parque, que atrações visitar e suas mostras, além das histórias dos projetos arquitetônicos do parque!







Passeio de bicicleta pelo parque!!!!... YouTube tem de tudo!!!

http://br.youtube.com/watch?v=1gLYY8W28gs&feature=related


Jéssica Diniz

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Hummm.. Delícia!!





Já que nessa semana nossa parada é na Liberdade, não poderíamos deixar de falar sobre a exótica comida japonesa. Quem já foi ao bairro da Liberdade sabe que os melhores e os mais tradicionais restaurantes da culinária japonesa se encontram lá.

Amada por uns e odiada por outros (eu particularmente amo de paixão..rs), a cozinha japonesa é conhecida por ser rica e saudável, já que na maioria de seus pratos são utilizados ingredientes sempre frescos. Além de saudável, os pratos são lindos, todos muitos coloridos e saborosos!
E você que ainda não experimentou os deliciosos pratos vindos do Japão não perca tempo!
Nesse site você encontrará os melhores restaurantes japoneses do bairro da Liberdade e nos outros cantos da cidade também...

Jéssica Diniz

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Augusta, mostra a sua cara!?



Cada morador da cidade de São Paulo tem uma opinião sobre a famosa, famigerada, agitada, controversa, polêmica, chique (já chega, né?) Rua Augusta. Essa pluralidade quase cansativa de opiniões sobre este pedaço da cidade, que começa nos jardins e termina na confusão do centro, é resultado do próprio meio. A diversidade de pessoas dá o tom ao lugar.

Todo o tipo de indivíduo se esbalda na Augusta. Desde o cinéfilo que acalma suas necessidades nas poltronas de seus cinemas, até o sujeito que busca algum acalanto sexual na deselegância nada discreta de suas meninas (entende?) e de alguns meninos, por que não?

O fato é que a Augusta é como uma zona de guerra. Não no sentido bélico da coisa, mas no conflito gerado pela presença de diferentes filosofias de vida no mesmo lugar. Além do que, a rua funciona como um microscópio da cultura adolescente brasileira. Há dez anos, quem batia pernas pelos lados da galeria Ouro Fino, por exemplo, se deparava com os clubers (lembra deles?). Hoje, os “indies”, “vintages” etc, dominam este pedaço pomposo da rua.

Varando a Paulista em direção ao “Dark Side of the Augusta”, você encontra emos, gays, lésbicas, garotas (os) de programas, motoqueiros, casais (de todos os gêneros), executivos à favor do boteco, estudantes e, com uma dose triste de azar, os Skinheads e os Punks.

Essas coisas que aqui relatei já são batidas, manjadas. Por essa razão, tentaremos mostrar na reportagem desta semana um lado da Augusta que não costuma aparecer. Que lado é esse? Nem mesmo nós sabemos e esperamos ao longo da semana descobrir.

Obs:Claro que para se ter uma idéia exata do que ocorre de fato na Rua Augusta é preciso percorre-la bem abaixo dos conhecidos 120km do rei Roberto Carlos...aliás, lanço desafio de alguém conseguir descer a Augusta a mais de 50km.


Por Eduardo Neco, manja?